Wednesday, August 4, 2010
Autoridades de Saúde alertam:
Por Heloisa Maria Galvao
O Departamento de Saúde do Estado adiou para a noite desta quinta-feira, dia 5 de agosto, a pulverização aérea do sudeste de Massachusetts na tentativa de erradicar o mosquito que provoca a encefalomielite equina. A pulverização estava marcada para hoje à noite mas foi cancelada devido a ventos fortes. A medida é uma resposta aos contínuos testes positivos de Encefalomielite Equina Oriental ( EEE) em mosquitos naquela área do Estado.
Hoje, também, autoridades de saúde pública confirmaram outro caso de EEE, desta vez no município de Worchester, onde um cavalo de quatro anos foi diagnosticado com a infecção. O último registro naquela região data de 2003 em Brimfield.
Para mais informações atualizadas, visite o site do DPH, www.mass.gov/dph.ou ligue para 2-1-1.
O Grupo Mulher Brasileira está a disposição para ajudar. Ligue para a gente no 617-787-0557 ramal 14 ou 15
Saturday, July 24, 2010
Turismo Sexual e Violência contra a Mulher
Friday, July 23, 2010
En Route to Rome
Saturday, July 17, 2010
Direitos Humanos, Direitos de Todos
Por Heloisa Maria Galvão
Fim de semana en New Jersey, na Ruttgers University, para um treinamento sobre Direitos Humanos. São 21 pessoas de 14 organizações de todo os Estados Unidos reunidas em torno de uma mesa discutindo como trazer direitos humanos para o centro da discussão a nível internacional. O objetivo é disseminar o entendimento sobre o que é direitos humanos e como implementar de fato uma economia justa.
O que faz 21 pessoas ficarem trancadas em um salão de uma universidade, há pelo menos 40 minutos da civilização, durante todo um fim de semana? E um fim-de-semana de verão!
Boa Pergunta!
Como disse Oleta Fitzgerald, da Southern Rural Black Women’s Initiative for Economic and Social Justice, no Mississippi, pouca gente sabe o que são direitos humanos. “Direitos humanos são o direito à empregos, a treinamentos, à água corrente, à energia, a transporte, à educação, à moradia”.
O que acontece é que quando pensamos em direitos humanos relacionamos o termo mais a direitos legais do que a direitos básicos de sobrevivência. No entanto, nosso entendimento do significado da palavra e do que ela abrange em termos práticos muitas vezes começa dentro de casa, em nossa família e com nossa própria experiencia.
Antwar McCallie, da organiação Atlanta Public Sector Alliance, disse que aprendeu sobre direitos humanos com a mãe. Ela costumava dizer, “se suas irmãs se meterem em confusão, as defenda”. Diana Spatz, da Low-Income Families’ Empowerment through Education (Lifetime), começou a prestar atenção no significado do termo quando percebeu que não tinha direitos. Mãe adolescente, solteira, desempregada e sem ver luz alguma no final do tunel, apelou para as drogas e a bebida como forma de sobrevivência até que descobriu que, na verdade, estava sendo empurrada para a marginalidade porque o mesmo governo, que deveria proteger a ela e seu filho, era o primeiro a lhe negar os direitos básicos que poderiam tirá-la da pobreza.
Encontros como este são importantes por várias razões. São momentos que propiciam trocas de experiências. Ouvindo pessoas, que você nem sabia que existiam até aquele momento, falar de situações que muitas vezes só vemos no cinema, nos faz agir e exercer nosso direito de reivindicar.
As várias horas de discussão acabam se transformando em arma poderosa contra a mesmice e a mesquinharia e fazem nossos miolos ferver.
Stay tune, amanhã tem mais.
Friday, June 25, 2010
De Detroit – 3º dia do Forum Social

De Detroit – 2º dia do Forum Social
Wednesday, June 23, 2010
Primeiro dia do Forum Social dos Estados Unidos
Em Detroit na véspera do Forum Social dos Estados Unidos
GMB no Forum Social dos Estados Unidos - BWG in the U.S. Social Forum
O Grupo Mulher Brasileira no Forum Social dos Estados Unidos
O Grupo Mulher Brasileira e a Cooperativa de Mulheres Vida Verde marcharam nesta terca-feira, dia 22 de junho, em Detroit, ao lado de mais de 7 mil pessoas na abertura do Forum Social dos Estados Unidos. O Grupo Mulher Brasileira uniu-se à Aliança Nacional de Trabalhadoras Domésticas na luta pelos direitos dos trabalhadores e contra a injustiça. Siga os relatos do GMB e da Cooperativa de Mulheres Vida Verde sobre a agenda do Forum Social aqui, no Facebook, Twitter e Orkut.
The Brazilian Women’s Group in the U.S. Social Forum
The Brazilian Women’s Group and the Vida Verde Women’s Cooperative marched this Tueday, June 22nd, 2010, in Detroit, along with over 7,000 people in the opening of the United States Social Forum. The BWG joined the National Domestic Workers Alliance in the fight for workers’ rights and in the struggle against injustice. Follow the BWG and Vida Verde Women’s Coop reports on the Social Forum agenda here, Facebook, Twitter and Orkut.
Wednesday, September 9, 2009
GMB convida brasileiros a partilharem lembranças de Kennedy
“Ele foi um lider tão importante, uma pessoa que estava sempre interessada no ser humano, seja quem for, nós realmente perdemos o grande líder que tinha esta sensibilidade humana e esta grande capacidade política de fazer as coisas acontecerem”.
A declaração, de Adriana Lafaille, do Grupo Mulher Brasileira, retrata bem o sentimento de perda e até vazio que milhares de pessoas estão experimentando após a morte do Senador Edward Kennedy esta semana.
Na quinta-feira, a estudante de direito em Harvard passou horas em frente à Biblioteca John Kennedy, em Dorchester, na esperança de entrar, mas teve de desistir depois de horas de espera. E foi exatamente na biblioteca onde Adriana viu o Senador em pessoa. “Foi há uns três anos e ele falou sobre imigração”.
Assim como Adriana, muitos têm lembranças dos Kennedy e do Senador em particular. Por isso, o Grupo Mulher Brasileira está abrindo um espaço em seu blog para quem quiser partilhar memorias, aspirações e saudades do Senador de Massachusetts. O blog pode ser acessado na página www.verdeamarelo.org ou mandando email para mulherbrasileira@verdeamarelo.org.
Para o Grupo, é importante que a comunidade brasileira tenha um espaço para se expressar neste momento, mas um objetivo também é provocar uma reflexão sobre a necessidade de não deixar a peteca cair. “A maior homenagem que podemos prestar ao Senador Kennedy, é continuar lutando pelos ideiais que ele abraçou”, disse Heloisa Galvão, também do Grupo Mulher.
Ela lembra bem de um domingo, cinco dias após as batidas de 2007 em New Bedford, a comunidade terrivelmente traumatizada, quando os políticos se reuniram em uma igreja da cidade para ouvir as famílias dos presos. “Quando o Senador chegou, houve um zum-zum-zum: ‘Kennedy chegou’, murmuravam as pessoas”. Heloisa continua: “Ele entrou acompanhado de assessores, atravessou um corredor repleto de gente, apertando a mão de todo mundo. Depois sentou em um dos círculos preparados para as famílias conversarem com os políticos. Por coincidência era onde estávam as brasileiras. Ele ouviu uma por uma, com atenção, as vezes pedia para uma assessora anotar algo”.
Para a maioria das pessoas, Edward Kennedy era uma figura que inspirava respeito, mas acima de tudo ele passava uma segurança. Quando o Senador falava, as pessoas ouvim, quando prometia, ninquém duvidava. Para Heloisa, os irmãos Kennedys, independente do que pode ter acontecido na vida privada de cada um, exerciam a política com uma dignidade difícil de se achar em outros politicos. “O interesse comum estava acima do interesse individual. Isso é tão raro hoje em todos os níveis da vida pública”, reflete.
